Seja bem vindo

Olá...quero compartilhar com você um pouquinho dos conhecimentos que adquiri ao longo de 22 anos de Magistério no Ensino Fundamental do Municipio de Rio Claro-SP.

São sugestões de atividades que incentivaram muitos alunos do 1º ao 4º ano a se aventurarem, no maravilhoso mundo da leitura e da escrita.

Espero que gostem e que possam aproveitar essas atividades, aprimorando-as e adaptando-as à sua realidade.

Vamos aprender juntos compartilhando nossos conhecimentos.




segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Livro 14. Banho sem chuva

Banho sem chuva

A garça conhece muitos lugares, molhados e secos.
Um dia, o caxinguelê e o quati iam fazer um forró.
Mico Maneco chamou Mona Maluca:
- Vamos dançar xaxado e baião lá na palhoça?
- Oba! Vamos bem bonitos e cheirosos... disse ela.
Mico Maneco ficou muito chateado. Sem    chuva ele não toma banho.
Ele perguntou para a garça:
- O que é que eu faço?
A garça sabia que na mata não tinha chuveiro nem banheira. Mico Maneco não queria tomar banho no rio porque não sabia nadar.
-  Deixe de bobagem – disse a garça. Eu levo você a um lugar que chove sem parar.
A garça levou Mico Maneco até uma cachoeira linda. Ele tomou um belo banho e depois foi ao forró todo cheiroso.

Livro 13.A zabumba do quati

A zabumba do quati


        No galho do Ipê-roxo vive o caxinguelê; um velho amigo de Mico Maneco.
        É o Quico, um tipo de esquilo, pequenino e de rabo peludo.
        Que esquilo danado!...Quase caiu do galho...
        Ele não pára quieto. Ele arrumou uma sanfona e disse que vai fazer forró.
        Ele pediu para o quati uma zabumba. Mas o quati não sabia o que era zabumba.
        Ficou chateado e com vontade de perguntar. Não queria que zombassem dele.  Mas entendeu que era uma caixa que tocava música e saiu para procurar.
        Achou uma caixa e chamou o caxinguelê.
        Sabe o que tinha na caixa?
        Um mosquito zangado, que sumiu...
        O quati mexeu daqui e dali e a caixa virou uma zabumba!

Livro 12. O tesouro da raposa

O   tesouro  da  raposa

Todo dia  era  a mesma  coisa.
A raposa passava e Mico Maneco via.          
Ela passava com uma coisa pesada e sumia no meio  da  mata.
É para o meu  tesouro, Mico Maneco - falava a raposa.
Mico  Maneco  ficou muito curioso e disse para  Mona  Maluca:
-   A raposa  tem um tesouro. Vou ver.
E foi pedir ajuda ao curió.
Curió foi, viu o tesouro da raposa e deu risada. Mas não falou nada para Mico Maneco. Só riscou um mapa na areia com o pé.
Mico Maneco foi pela mata, deu todos os passos, viu todos os lugares e viu a raposa.
O tesouro da raposa era uma casa muito bonita, de teto, piso e parede, com uma roseira do lado da janela.
- Viu meu tesouro? - disse a raposa - Gostou?

11.Uma arara e sete papagaios

Uma  arara  e  sete  papagaios

O menino Poti  saiu  da  taba  a pé  e  foi  até  a  mata .
Lá, viu  uma  arara  muito  bonita, no  pé de  guaraná, com  peito amarelo e pena  colorida  na  asa  e  no  rabo.
A arara  falava:
    -   Arara ! Arara !
      Poti  subiu  no    de  guaraná e pegou  a  arara  para  ele. Depois, veio para a taba.
Era  uma  arara  danada  de  tagarela. Só  parou de tagarelar de  noite
Ficou  tudo  sossegado: a  arara  no  poleiro,  Poti na  rede,  os  raios  da Lua na  taba  toda.
De dia,  muito cedo, a  arara  tagarela já  falava  de  novo:
- Arara ! Arara !

10. Livro. No barraco do carrapato

No barraco  do  carrapato

A  sapa  saiu  pela  rua  bonita, de roupa  nova  e  saia  de  fita.
Mas no  pé, nada  de  sapato.
Sem bota, sem botina, sem pé-de-pato.
Mico Maneco, cadê meu sapato?
-  Ficou  sujo  de barro, no  meio  da  terra, no  barraco  do  Carrapato.
A sapa  subiu  no  carro  do  burro  e  subiu  a  serra  até  o  morro.
Mas o  carro  sacudia  muito  e  a sapa  ficou  toda  doída.
Aí veio  o  sapo e falou:
-  Sapo não vai  de  carro. Vai de pulo. Vem comigo, amiga.
E no  pula-pula o sapo  levou  a  sapa  até  o  sapato  sujo  de  terra,  no  barraco    da  serra.

Livro 9. O rato roeu a roupa

O  rato  roeu  a  roupa


O rato estava com  fome.Nada de fubá.
Ele roeu o reboco e o rádio. Roeu o remo e a roda.
Nada matava a sua fome.
  o  rato  roeu  a  roupa  nova  do  rei  de  Roma.
O rei de Roma ia ao  baile  com  a  rica  roupa  nova.Ficou  com raiva  e  falou:
-   Pega o rato ! Pega o rabo dele!
O rato  rolou  e fugiu.
Mas o  rato  estava  mesmo  com  muita fome.  
Roeu, roeu,  roeu.
O rei  ficou  danado  da  vida  e  jogou  tudo  no   rato.
Jogou bala  e  rolete  de  cana,  jogou  ravióli, rodela de banana   e  até   rabanete  ralado.
O rato comeu  tudo  e  repetiu.
E não ficou  mais  com  fome.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Livro 8. Uma gota de mágica

Uma  gota  de  mágica

Todo dia, Joana toma café com bolo de fubá, pega a lata d'água e vai à fila da bica.
Lá, a água cai na lata gota a gota...e Joana  imagina...
Imagina um belo lago mágico e uma fada bonita de véu no cabelo.
Um dia, a menina viu no mato uma bola de gude oca, muito bonita, listada de violeta
Joana pegou a bola e botou a bola de gude na gaveta.
Aí, imagine...
A  menina  viu  tudo  iluminado lá na  gaveta.
Geni viu e falou toda animada:
-   Joana tem uma bola de gude  mágica ! É a bola  de  uma  fada.
-  É nada... -  falou  Joana.
Um vaga-lume vivia no  oco  da  bola de  gude e de  noite, ele alumia e apaga, alumia e apaga...Feito uma Lua !